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JULIO CAMPOS

Julio Campos

O nome dele é Julio Campos. Mas depois de tantos anos dentro do automobilismo, os apelidos ganharam tanta força quanto o nome que exibe na parte de cima da porta de seu carro. Ele também é Julinho para uns. Campinhos para outros. Diminutivo que, na verdade, o torna grande. Um piloto considerado referência por todas as equipes que passou. Casado com Carolina Campos e pai de Giulia e Marco, Julio tem na sua família o grande pilar. É aí que entra duas figuras conhecidas no paddock e queridos por todos, os pais Marcia e Roberto, que não perdem uma só corrida. Quem vê essa família vibrando e torcendo por Julio, não imagina o quanto essa história é de superação e as barreiras, que o filho mais novo enfrentou para correr. Julio iniciou no kart, ainda criança, influenciado pelo irmão - o piloto Marco Campos, que até hoje é sua grande inspiração e deixou sua marca para sempre no capacete usado por Julio, que é exatamente do mesmo layout do irmão mais velho (que simula um banho de tinta na parte de trás, com as gotas escorrendo na parte frontal).

Com nove anos, Julio já mostrava nas pistas brasileiras que teria uma carreira estrelada no kart, conquistando títulos por onde passou. Foi quatro vezes Campeão Brasileiro de Kart, Campeão Sul-americano e Panamericano. Mas aos 13 anos, Julio talvez tenha enfrentado o pior momento de sua vida. No dia 16 de outubro 1995, seu irmão perdeu a vida na última volta da última corrida da extinta Fórmula 3000 (atual GP2), disputada no circuito francês de Magny-Cours. Acabava aí a história de uma das maiores promessas que o automobilismo brasileiro teve nos anos 90 e até hoje lembrado como um dos melhores de sua geração, que teve na sua safra de pilotos Ricardo Zonta, Enrique Bernoldi e Tarso Marques, que chegaram na F1.

O que poderia ser o fim de uma carreira, para um adolescente, que tinha no irmão seu maior ídolo, e que teria que superar o trauma de toda a família fez de Julio uma fortaleza. Cinco dias depois da tragédia, disse ao pai Roberto – “Volto para pista essa semana, não posso abandonar meu sonho e o do meu irmão”. "Lembro de tudo, de toda a situação. Já corria de kart desde os nove anos; aliás comecei no kart por causa dele. Toda a minha história no automobilismo foi por causa dele. Quando ele faleceu, na semana seguinte eu corri, pois sabia que, se parasse, meus pais não me deixariam voltar. Ele foi enterrado na terça e no domingo eu estava correndo", relembra Julio.

E assim foi. Julinho acelerou o kart e subiu cada degrau de uma carreira vencedora. "O Marco foi embora muito cedo. Todo mundo sabe que ele era uma grande estrela dentro do automobilismo e chegaria muito longe. Uma pena tudo que aconteceu e ele não conseguiu mostrar quem sabe seu talento na F-1 ou em outras categorias. Estou aqui para tentar ser pelo menos um décimo do que ele foi para mim, o que já está mais do que bom. Ele sempre foi um grande cara e é ótimo fazer o que venho fazendo. Não quero nunca chegar nem perto dele e do que ele foi. Quero só fazer o meu", completa.

Estreou nos monopostos em 2000, com o título da Barber Dodge. Cinco anos depois estreou na Stock Light e fez sua primeira prova na Stock Car principal, em 2006. Em 2008 fez algumas provas na Stock Car como substituto de Zonta. Paralelamente as corridas esporádicas na Stock Car, Julio disputou a Copa Montana e a Stock Car Light em 2009 e conquistou o título da primeira com uma rodada de antecipação, sendo vice-campeão da Light. Em 2010, defendeu duas equipes em categorias diferentes, uma pela Copa Caixa Stock Car e outra pela Copa Montana. Na Stock Car defendeu as cores da JF Competições de Jorge Freitas, enquanto na Montana a AMD Racing, por três etapas, onde foi campeão no ano anterior. Em 2011, começou a temporada da Stock Car na equipe BVA Scuderia 111. Após seis etapas, mudou de equipe. Passou a correr na RZ Motorsport. Na temporada de 2012, Campos foi o grande nome da equipe Carlos Alves Competições, que retornava a principal categoria do automobilismo brasileiro. Com grandes resultados, o piloto se firmou como um dos nomes promissores da categoria. Em três temporadas pela equipe Prati Donaduzzi conquistou

Ficha Técnica
Nome: Julio Campos
Idade: 34 anos

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